Guardarei aqui as minhas experiências em Linux (coisas que funcionaram) como forma de ter um local aonde recorrer sempre que for necessário pois as vezes a memória nos atraiçoa. Aqui também serão divulgadas algumas notícias do mundo da Informática

Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010
Mudar de sistema operacional

 Hoje deparei com um artigo interessante no Site "Viva o Linux", artigo esse que faz uma abordagem bastante ampla e clara sobre as vantagens em utilizarmos os Softwares Livres, considerando custos comparativos com o Windows assim como a excelência dos programas de edição existentes no Linux como alternativa aos usados no Windows.

 

Leia na íntegra o artigo:

Por que mudar de sistema operacional pode ser um bom  negócio?




publicado por terraterra às 22:21
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010
Pondo o microfone a funcionar em Linux

 

  Muitas vezes ao completarmos a instalação de um Sistema Operativo baseado em Linux nos deparamos com a ausência de som; o microfone não funcionando, mesmo após termos instalado os codecs de som. Esta exemplificação vai ser com base nos equipamentos que eu tenho. Por exemplo, eu tenho a placa de som onboard: Intel Corporation 82801EB/ER (ICH5/ICH5R) AC'97; também tenho uma outra placa instalada: Creative Labs CA0106 Soundblaster.

Para se informar sobre os dispositivos PCI (Componentes Periféricos Interconectados) conectados no computador a gente usa o comando: lspci, aí a gente fica sabendo o que nós temos.

Após instalarmos todos os Codecs multimedia a gente passa à configuração do som. Para isso vamos ao Sistema>Preferências>Som

 

Aqui vamos escolher o nosso dispositivo de entrada de som:

 

Também vamos escolher o nosso dispositivo de saída de som:

 


Vamos agora pôr o nosso microfone funcionando

 

O problema com o microfone. Tenho lido muito nos foruns sobre este problema e ao que parece é algo que desanima muitos utilizadores do Linux quando não conseguem pôr a funcionar o microfone e poder assim comunicar com os seus contactos no MSN ou efectuar chamadas via Skype. Todos nós (os que usam o Linux) já alguma vez passamos por isto. Este problema é contornado com a configuração do Alsamixer.

 

Vamos abrir a Consola

No Fedora o caminho é: Aplicações>Ferramentas de Sistema>Consola

 

Vamos entrar como root: na Consola teclamos su – (não se esqueça do hífen, o pequeno traço) damos Enter e de seguida inserimos o nosso password.

 

Agora teclamos: alsamixer e de seguida premimos Enter

 

Vamos ter uma imagem mais ou menos assim:

 

Teclamos F6 e com as teclas de direcção seleccionamos a nossa placa de som.

De seguida teclamos F4 para seleccionar a tela de Captura.

Vamos ter algo assim:

 

Com as teclas de direcção vamos alterar as configurações de modo a que fiquem como mostra a figura logo embaixo:

 

OK! agora premimos a tecla Esc e saímos do alsamixer.

 

Para que não tenhamos que fazer estas mesmas configurações todas as vezes que logarmos vamos fazer o seguinte:

na Consola teclamos: alsactl store

Por fim tecle: exit (para sair do modo root).

 

Agora já podemos testar o nosso sistema de som. Para testar o microfone podemos usar o Gravador de som (Sound Recorder) ou o Audacity.

 



publicado por terraterra às 22:46
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Preparar-se para a instalação do Ubuntu - Parte I

 Este é um passo a passo para a instalação do Ubuntu ou qualquer um outro distro Linux.

 

Este post destina-se mais aos iniciantes no mundo da informática ou àqueles que até hoje não se aventuraram na exploração do seu computador e de novos Sistemas Operativos.

 

Antes de mais precisamos saber qual é a arquitectura do nosso computador para não termos que instalar um sistema operativo não apropriado para a nossa máquina.

 

Há duas arquitecturas a considerar: a de 32 bits que se apresenta na forma x86 e a de 64 bits que se apresenta na forma de x64.


O que será isso de arquitectura de x86 e x64? De uma forma geral são nomes atribuídos a classes de processadores fabricados pela Intel e pela AMD onde o x86=32 bits e o x64=64 bits (bit é a unidade elementar da informação que também poderá ser entendida como a mais pequena unidade de dado num computador). Nisso, dizer que o computador tem uma arquitectura de 32 bits é o mesmo que dizer que esse computador tem um processador com a capacidade de trabalhar de uma só vez com 32 bits de informação e se for uma arqutectura de 64 bits terá a capacidade de processar de uma só vez a quantidade de 64 bits de informação. Agora poderiamos perguntar: mas para quê tudo isto? A razão é que os processadores estão em constante evolução e os Sistemas Operativos e os aplicativos são concebidos de modo a acompanhar esta evolução; nisso, para se conseguir a performance adequada de um Sistema Operativo dever-se-à instalar um S.O. cuja arquitectura esteja em consonância com a arquitectura do nosso computador.


Como saber qual é a arquitectura do nosso computador?


Isso poderá ser visto nas características do Processador, ou então, para os usuários do Windows, será só seguir o seguinte caminho: Iniciar> O meu computador> Ver informação do sistema> (vai aparecer uma janela de Propriedades do sistema) seleccione a aba Hardware> Gestor de dispositivos> Aí vai-se ao Processadores e clica-se no sinal mais para expandir e de seguida clica-se com o botão direito do rato lá onde diz Intel (se for o caso) e no menú de atalho selecciona-se Propriedades (aparece uma nova janela) e aí selecciona-se a aba Detalhes e aparecerá algo parecido com isto:

 

           Arquitectura de 32 bits

 

 

Para quem já usa o Linux 


Para quem já usa o Linux e quer saber qual é a arquitectura do seu computador, só terá que fazer o seguinte: abre a Consola em Aplicações> Acessórios> Consola e digite o comando "uname -m" (sem aspas) e caso o retorno seja i686 é porque o processador é de 32 bits, caso o retorno for x86_64 é porque a arquitectura é de 64 bits.



publicado por terraterra às 20:02
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Será que o Windows 7 vai resgatar a honra da casa perdida com o Windows Vista?

 Não poderia passar-me despercebido o lançamento do Windows 7. O lançamento desta nova versão do Windows tem vindo a alimentar muitas expectativas no pessoal consumidor dos produtos da Microsoft neste caso do Windows e posso dizer que dificilmente um adepto das novidades no mundo da informática ficaria insensível a um novo lançamento de um sistema operativo cujo fabricante até agora é dominante do mercado, nem que seja só por curiosidade (algo assim: O que trarão de novo?). Já no mês de Julho haviam feito o primeiro teste de venda nos EUA onde colocaram 1 milhão de exemplares. Mas com este lançamento, fica a seguinte questão no ar: Será que desta vez a Microsoft conseguirá um Sistema Operativo que venha a ter a mesma ou mais popularidade que o Windows XP? do Vista nem se fala porque é considerado até hoje a pior realização da Multinacional, e não me parece que as pessoas bem acomodadas com o Windows XP venham a migrar para o Windows 7. Muitos vão esperar para ver.

Pelas bandas do Brasil ouve-se falar de preços de lançamento que vão de 329 Reais para a versão Home Basic (o equivalente a 13.809$00 nestas ilhas) a 669 Reais (o equivalente a 28.081$00 por estas bandas), isto para a versão Ultimate.

Bem, como não padeço de amores pelo Windows, não obstante ficar-me essa curiosidade natural de um amante da informática, pois isso eu tenho que admitir, vou ficando por aqui esperando que saiam os meus queridos SO baseados em Linux o que já vai acontecer dentro de poucos dias, e creio que vou ter mais e melhor!  



publicado por terraterra às 17:11
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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Porque Linux?

 Existe há vários anos uma discussão calorosa entre os adeptos do Linux e os do Microsoft Windows sobre qual será o melhor, discussão essa onde cada um defende a sua camisola como pode ou como mais lhe convém. Essas discussões muitas vezes chegam a ponto de mero fanatismo e inclusive já tive até oportunidade de ler frases ofensivas escritas por pessoas que muitas vezes não têm um discernimento técnico capaz de esclarecer a alguém que esteja tentando fazer uma escolha entre usar um software livre (o Linux) ou um software proprietário como Windows. É bom até que haja essa possibilidade de escolha e cada um usa o Sistema que mais satisfaz as suas necessidades. Bem, eu usava o Windows e após ter instalado o Fedora em dual boot com o Windows (agora tenho um triplo boot com Fedora, Ubuntu e Windows) praticamente já me esqueci do Windows. Simplesmente não tenho sentido falta dele pois tudo o que preciso e mais algum posso encontrar no Linux.


A este propósito, lí um artigo de Marcelo de Freitas Andrade (profissional de tecnologia e mestrando em ciência da computação), artigo esse intitulado “Porque Linux é Melhor?” que me conduziu a uma abordagem técnica clara e desapaixonada no site Why Linux is Better onde são abordados os seguintes tópicos:

 

 

Acho que isto pode ajudar a entender melhor certas coisas e tirar algumas dúvidas.



publicado por terraterra às 15:12
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Domingo, 18 de Outubro de 2009
O foco está no Ubuntu

 Como o foco está no Ubuntu hoje apraz-me escrever um pouco sobre os primórdios deste sistema.


O lançamento do Ubuntu foi primeiramente anunciado em Setembro de 2004. Apesar de ser relativamente nova a sua entrada na cena de distribuições Linux, o projecto descolou com uma facilidade sem precedentes, com os seus mailing lists logo repletos de discussões por utilizadores entusiasmados e developers entusiastas. Nos poucos anos que se seguiram, Ubuntu desenvolveu-se a ponto de se tornar na mais popular distribuição Linux para desktop e tem amplamente contribuído para o desenvolvimento de um sistema operativo livre, de fácil utilização, que pode competir perfeitamente com qualquer sistema operativo proprietário existente no mercado.


Qual foi a causa deste espantoso sucesso?

 

Primeiro: O projecto foi criado por Mark Shuttleworth, um multimilionário Sul Africano bastante carismático, um antigo developer de Debian e o segundo turista espacial do mundo, cuja companhia, a Canonical Ltda, sediada na Ilha de Man está actualmente financiando o projecto.

 

Segundo: Ubuntu aprendeu apartir dos erros de um outro projecto similar e evitou esses erros desde o começo – ele criou uma excelente infraestrutura baseada na web com documentação no estilo Wiki, um sistema criativo para possibilitar a comunicação de bugs, e suporte profissional ao utilizador final.

 

Terceiro: Graças ao seu multimilionário fundador, vem sendo possivel enviar CDs grátis à todos os utilizadores interessados, contribuindo assim para a rápida divulgação da distribuição.


Documentação original em Inglês



publicado por terraterra às 09:49
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Software livre! Porque não?

 

Às vezes há essa tendência de pensarmos que tudo o que seja livre, grátis, não presta. Pois isso trata-se de uma premissa que muitas vezes não corresponde a realidade, principalmente quando estamos falando de software livre. Há uma imensa comunidade trabalhando no sentido de prover a world wide web com softwares destinados a todo o tipo de actividade imaginável.

 

Falando de Sistemas Operativos, acho que dever-se-ia apresentar esta alternativa Linux ao pessoal mais jovem desde as escolas bem como ao pessoal menos jovem a fim de que possam escolher em sã consciência qual o sistema Operativo que gostariam de usar e qual que mais lhes convém, com isto quero dizer que nas escolas seriam abordados em pé de igualdade o Linux, o Windows e o Mac OS.

 

Para o meu País acho que os Sistemas Operativos baseados em Linux são uma boa alternativa dada a condição económica da maioria da população. Por isso defendo o uso do que é criado pela colectividade objectivando servir a colectividade, ou seja do colectivo para o colectivo. O que podemos chamar de um produto nosso (falando no sentido global), pois cada um participa a sua maneira, com o que sabe fazer melhor. Uns participam criando softwares, outros contribuem com design, outros traduzindo documentos, empacotando softwares, ajudando na instalação e manutenção dos distros linux, dando contribuição nos forums e assim por diante.

 

Sejamos francos! Qual é a real possibilidade de um funcionário médio (ainda mais do meu querido Cabo Verde, um país que recentemente entrou no grupo dos países de desenvolvimento médio) manter um Sistema Operativo proprietário...usar aplicativos também proprietários e se manter actualizado? Já é com alguma dificuldade que arranjamos os hardwares...então sejamos livres! Não fiquemos dependentes dos softwares proprietários nem reféns da Microsoft, resistindo deste modo a um monopólio que não ajuda em nada as grandes massas. Não sou contra o uso de softwares pagos nem das empresas que os criam lançando-os no mercado muitas vezes a preços proibitivos. De certa forma essas empresas convidam as pessoas que não têm posses a piratear os softwares. Não que eu apoie a pirataria pois também defendo o respeito ao Direito de Autor. Dado isto, convido o pessoal a embarcar nesta nova filosofia pois para além de ser tecnologia informática trata-se já de um movimento, uma filosofia que vai ganhando corpo a cada dia. Temos a possibilidade de usar livremente bons Sistemas Operativos alternativos ao Windows e ao Mac OS. Há imensas vantagens em usarmos os Sistemas Operativos livres: As actualizações acontecem com maior frequência, alguns distros como por exemplo o Fedora e o Ubuntu têm nova versão a cada seis meses, o que possibilita a inclusão de novos recursos a medida que forem surgindo e a possibilidade de ter um sistema sempre actualizado; é grátis, o que significa que qualquer pessoa pode copiar e distribuir sem problemas; pode-se alterar o programa de forma a corresponder às nossas necessidades . Há um imenso "arsenal" de softwares livre que podem perfeitamente substituir os usados no Windows, há uma imensa comunidade que como uma família contribuí para o desenvolvimento de novos softwares e a manutenção actualizada dos já existentes e também há gente motivada para orientar tanto iniciantes como avançados em várias questões do dia a dia, fornecendo soluções e dicas para o quotidiano Linux, há muita documentação disponível e além de tudo isso é tudo grátis...Pois é nosso!

 

Iniciei com o Fedora 9 “Sulphur” há um ano, actualmente estou com o fedora 11 “Leónidas” e posso dizer que até agora só tenho razões de regozijo pois o sistema me satisfaz, há imensas possibilidades, vários aplicativos para diversas actividades e ainda, claro, sempre podemos adicionar mais programas consoante as nossas necessidades. Também estou experimentando o Ubuntu 9.04 “Jaunty Jackalope” e antes já tinha estado com o Ubuntu 8.10., O Ubuntu é outro distro com imensas possibilidades. Estes que eu conheço (Fedora e Ubuntu) têm uma interface gráfica bastante amigável e acho que uma pessoa que sempre esteve habituada ao Windows não terá dificuldade nenhuma em se adaptar, e, diferentemente do Windows, estes até hoje não bloquearam.

 

As crianças deveriam iniciar com o Linux, há imensos programas educativos que podem ajudar muito aos estudantes. Desde aplicativos para as matemáticas, desenho vectorial e mapa de bits, Física, Química, Astronomia, Geografia, Línguas, e também imensos jogos. Porque não dar uma chance a esses softwares livres? Não experimentar por preconceito é uma pena pois as pessoas estão perdendo. Há que haver essa diversidade de possibilidades tanto livre como proprietário, ter a possibilidade de escolha.

 

Deixemos o medo de experimentar de lado e avancemos!!!

 

 

 



publicado por terraterra às 23:31
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